Veja as diferenças entre a diabetes tipo 1 e tipo 2 e como cada uma reage no corpo do paciente.
O que é diabetes?
Antes de tudo, a diabetes é uma doença crônica. Causada pela falta ou má absorção da insulina, hormônio do pâncreas que facilita a entrada das moléculas de glicose nas células.
Nesse sentido, a entrada da glicose é fundamental, pois a partir dela, as células obtém energia em todos os órgãos do nosso corpo. Caso falte a energia necessária, o organismo não sobrevive.
Para darmos um exemplo um pouco mais prático: a glicose é incapaz de entrar na célula sozinha, dessa forma, ela precisa da insulina presente, para abrir a membrana, de modo que a glicose possa entrar na célula.
Podemos dizer então, que a insulina é a ”chave” para a porta da célula para a glicose entrar.
Siga o nosso Instagram: clique aqui.
Nível de glicemia:
- Normal: até 100 mg, feito em jejum.
- Pré diabetes: 100 mg a 125 mg.
- Diabético: acima de 125 mg.
Leia também: Como a diabetes prejudica a saúde e afeta os rins.
Diabetes tipo 1:
A princípio, nessa condição, o sistema imunológico ataca as células do pâncreas que produz insulina. Dessa forma, pouca ou nenhuma quantidade de insulina é liberada.
Geralmente, essa condição surge logo na infância ou na adolescência. Contudo, pode ser diagnosticada na vida adulta entre os 20 anos ou mais.
Ainda assim, cerca de 5 a 10% das pessoas tem diabetes tipo 1.
Diabetes tipo 2:
Do contrário, diferente do tipo 1, o tipo 2 da diabetes, o organismo consegue produzir a insulina, mas não consegue utiliza-la de forma ideal.
Nesse sentido, a quantidade de hormônio não é suficiente para ajudar a glicose entrar na célula ou o organismo se torna resistente a insulina.
E assim, o tipo 2 passa a ser o mais comum entre os pacientes, representando 90% dos diagnosticados.
Geralmente se manifesta em pessoas com mais de 40 anos.
